15 de mar de 2012

AJUDA ÀS CRIANÇAS E ADOLESCENTES




Telefone 123 Alô! ajuda adolescentes com problemas familiares

Solidão e falta de ter com quem conversar são hoje os principais problemas de crianças e adolescentes que ligam para o serviço 123! Alô.  

Criado em 2009, o telefone gratuito 0800 0 123 123 recebe cerca de 300 ligações por mês, principalmente, de casos de violência em casa e na escola.

O atendimento anônimo é realizado por assistentes sociais e psicólogas no Rio de Janeiro, mas pessoas de outros locais do país podem fazer a denúncia pelo chat do site ou por e-mail.
A procura maior é de adolescentes de 13 a 15 anos com muita dificuldade para expressar os seus sentimentos para familiares, professores ou colegas, porque não recebem a atenção daqueles que deveriam cuidar de sua educação.
Eles reclamam muito de não terem ninguém que os escute.
Alguns casos são encaminhados para o atendimento psicoterápico próximo do local de residência.
Quando se trata de abuso sexual, crianças e adolescentes são orientados a identificar-se para que a denúncia seja encaminhada para o Conselho Tutelar ou órgão competente do Sistema de Garantia de Direitos.
O Alô 123! incentiva que o jovem expresse suas emoções e dúvidas.
O serviço foi adaptado no Brasil, seguindo o modelo do atendimento telefônico da redeChild Helpline Internacional, presente em mais de 150 países no mundo, fundada pela indiana Jeroo Billimoria.
Quando trabalhava no Instituto de Ciências Sociais em Mumbai, ela recebia muitas chamadas de crianças de rua pedindo ajuda e mobilizada em responder a urgência destes telefonemas, a empreendedora social criou o serviço telefônico que atende 24 horas por dia, aliado a uma extensa rede de apoio e intervenção.
Fonte: ChildHood Brasil

2 comentários:

@chicoenfermeiro disse...

Adorei o Site. Através dele já fiz denuncia a PF. Muito bom mesmo, vamos ver se conseguimos acabar com esses monstros. Vou divulgar seu site no facebook, para que todos que eu conheço possa ver e até quem sabe identificar esses animais!

Sorg Ensom disse...

Também divulgarei o site com certeza.